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Reflexões sobre morte e luto

Dizer que a morte faz parte da vida não é nenhuma novidade. Sempre ouvimos frases como; a morte é a única certeza que temos ou do pó viemos ao pó voltaremos e por ai vai.

Câncer de mama e sexualidade

Quem está enfrentando um período difícil como a descoberta do câncer de mama tem toda sua rotina alterada. Física e psicologicamente abalada é um período de muitas reflexões sobre a vida, família, relacionamentos, e é comum que quem está passando por esse período

Como descobri o câncer

Oi, meu nome é Patricia, eu tenho câncer de mama!

Chamada apelativa não é? Mas a causa é boa.

Quero compartilhar com vocês um pouco da minha experiência na descoberta do meu diagnostico e tratamento do câncer de mama.

Setembro Amarelo

O movimento setembro amarelo tem como objetivo mobilizar a população para um assunto muito importante que já é considerado como um problema de saúde pública, o suicídio. O objetivo da campanha é de se falar mais sobre o assunto, fazendo palestras nas escolas, empresas e, criar estratégias de prevenção ao suicídio.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil está entre 28 países dos 116 analisados pela organização, que possui estratégia de prevenção ao suicídio.

A grande maioria dos casos de suicídios estão relacionados a um transtorno psiquiátrico, como: depressão, esquizofrenia, transtorno bipolar, uso abusivo de álcool e drogas. Sendo a depressão o transtorno que merece uma atenção especial, pois,  a pessoa que comete o suicídio, não está passando por momentos bons em sua vida, como dificuldades financeiras, conjugais ou familiares, e com isso ela começa a ter sentimentos de extrema tristeza, desamparo, desamor e não vê esperança em seu futuro.

Para ajudar a prevenir é preciso estar atentos a sinais que essa pessoa que você conhece e que pode ser alguém de sua família, colega de trabalho ou escola, está mostrando, como alguns comentários: “quero morrer”, “quero sumir e nunca mais voltar”, “cansei desta vida”, e estar atentos a alguns comportamentos como: a pessoa começa a se desfazer de coisas, deixa de fazer atividades das quais ela considerava prazerosa, encerra a agenda e, alguns comportamentos diferente do habitual, como usar roupas diferentes do que usa sempre, isolamento social.

Nestes casos, quando existir a suspeita de que esta pessoa está com pensamentos suicidas e comportamentos suspeitos, o mais importante é demonstrar empatia e acolhimento por essa pessoa, por isso a importância de perguntar o que ela está sentindo e, tentar apresentar a ela outras possibilidades de soluções para o problema.

E saber que existe o Centro de Valorização da Vida, que atende 24 horas/dia, ligando para o 188.

Psicóloga Monica de Souza Tocchetto

CRP 08/27704

Pai

Mas o que faz alguém se tornar pai? O que é um pai?

Segundo o dicionário seria “homem que gerou um ou mais filhos”, mas seria isso o suficiente para se tornar um pai?

Ciranda cirandinha vamos todos cirandar…

Já ouviu essa cantiga popular?
Lembrou da sua infância?
Deu saudade de brincar?
Da mesma forma que você tinha suas brincadeiras preferidas quando era criança, com certeza seu filho, sobrinho ou neto também tem.
O momento da brincadeira é uma oportunidade de desenvolvimento para a criança. Através da brincadeira, a criança experimenta novas possibilidades, relações sociais, desenvolve autonomia e organiza emoções. Às vezes os responsáveis não tem conhecimento do valor da brincadeira para a criança. A ideia muitas vezes divulgada é a de que o brincar seja somente um entretenimento, como se não tivesse outras utilidades mais importantes.
Brincando, a criança compreende o mundo à sua volta, aprende regras, testa habilidades físicas, como correr, pular, aprende a ganhar e perder. Brincando a criança desenvolve também a aprendizagem da linguagem e a habilidade motora. Brincar é uma forma da criança se expressar, já que é uma circunstância favorável para manifestar seus sentimentos e desprazeres.
Brincar vai muito além de diversão. O brincar combate a obesidade, permite o autoconhecimento corporal, desenvolve o otimismo, cooperação, desenvolve atenção e autocontrole, promove criatividade, ensina regras e limites e estimula o desenvolvimento emocional da criança.
Mesmo com tantos benefícios a saúde dos pequenos, as crianças têm cada vez menos tempo para brincar, em prol de agendas cheias em atividades extracurriculares e deveres escolares.
O brincar fica em segundo plano e a preocupação dos pais recaí sobretudo em saber se os filhos estudaram ou não, sem perceberem que nenhuma criança desenvolverá todo o seu potencial se a brincadeira não fizer parte da sua vida.
Os benefícios do brincar são inúmeros e como tal é muito importante que os pais não se esqueçam de definir na agenda da criança um espaço diário para não fazer nada – é aí que surge o espaço para brincar.
Os pais têm um papel fundamental na preparação dos espaços, à seleção dos brinquedos e dos contextos a serem explorados, proporcionando à criança um ambiente de qualidade e enriquecedor da imaginação infantil, que estimule as interações sociais com outras crianças, familiares e amigos. Importa lembrar que enriquecedor não significa proporcionar brinquedos caros, mas meios que permitem a exploração de diferentes linguagens como a musical, corporal, gestual, escrita.
O adulto pode e deve participar na brincadeira, uma vez que o seu envolvimento não só estreita os laços afetivos com a criança como também aumenta o seu nível de interesse e motivação. Na interação, o adulto tem oportunidade de conter e ajudar a criança na elaboração das inquietações que surgirem durante a brincadeira, bem como enriquecer e estimular a imaginação da criança, despertando-lhe ideias e questionando-a para a descoberta de soluções.

Incentive a infância!! Incentive a brincadeira!
Psicóloga Andressa de Paula Barros
CRP 08/27421

Precisamos falar sobre o Universo LGBT!

Quando pensamos na abrangência da sexualidade humana, várias questões surgem. Isso é natural, mas é necessário o desejo e a disponibilidade para falar sobre e querer entender tamanhas nuances.

Respeito à Diversidade

Será que alguém no mundo conhece um outro que seja igual a outro?

Essa é uma visão utópica do ser humano, pois não existe um sujeito igual ao outro, as diferenças elas apenas são grandes ou pequenas. Basta olharmos um para o rosto do outro e percebermos que nunca vamos ter um espelho, nem mesmo gêmeos, pois há diferenças nos mínimos detalhes.

O DIFERENTE não está apenas nas grandes coisas como orientação sexual, identidade de gênero, cor de pele, posição social, religião entre outros aspectos da vida do ser humano. O DIFERENTE pode estar nas escolhas alimentares, no gosto para roupas, no corte de cabelo, na escolha de uma profissão, no time de futebol do coração entre outros detalhes (pequenices) inerentes ao sujeito.

O IMPORTANTE a ressaltar que independente do que cada um tem de diferente, é inquestionável a necessidade de ser RESPEITADO. Respeitar, não é aceitar, não é compactuar, é apenas compreender o direito de escolha do seu semelhante, seja esta escolha igual ou diferente da sua.

Vamos a um exemplo prático? Sou a favor ou contra (aceitou ou não) o casamento homossexual? Primeiro a quem cabe responder esse questionamento? A Sociedade como um todo?

Não cabe a sociedade como um todo responder a este questionamento, pois não é toda uma sociedade que responde se é a favor ou contra um determinado pedido de casamento entre heterossexuais, são apenas as partes envolvidas. Num casamento homossexual também só cabe aos sujeitos envolvidos aceitarem esse casamento ou não, pois são apenas esses sujeitos que irão vivenciar essa relação íntima, e não terão toda a sociedade dentro de casa para vivê-la, mesmo que muitas vezes a sociedade insista em tentar entrar e interferir na intimidade do outro. Dessa maneira, cabe a nós entendermos que a diversidade está em todos os lados, que não nos cabe julgar aquele diferente, pois só quem o vive, quem sente aquela diferença na pele sabe “as dores e os amores” de ser quem é, de ser legítimo consigo mesmo e um eterno guerreiro numa sociedade preconceituosa.

Vamos todos, trabalhar no nosso interior de que a diversidade é apenas enriquecedora para humanidade, que é ela que traz novos pensamentos, novas formas de olhar e tratar o mundo, que traz o olhar criativo e as soluções para as coisas e situações mais assustadoras!

ENTÃO VIVA À DIVERSIDADE!

Curitiba, 21 de junho de 2019.
Psicóloga Anna Eduarda Gonçalves Cruz
CRP 08/20064

Dia dos Namorados

Você já parou pra pensar que exitem várias formas de expressar nosso amor pelo outro? Tem pessoas que gostam de receber elogios, outras que gostam mais de um cafuné ou de receber um presente. Identificar isto faz toda a diferente num relacionamento!

Os Diferentes Nomes da Mãe

Ao longo da vida de um indivíduo a figura materna desempenha variados papéis, os quais vamos intitular de “Diferentes Nomes da Mãe”, cada qual corresponde a um período do desenvolvimento físico e psíquico.

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